O ARREBATAMENTO DA IGREJA-parte 2
Leitura do estudo: Apocalipse: 1: 5 a 7
Verso Inicial: " Assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação ". Hebreus 9: 28
Objetivo da Lição:
Aprendemos no estudo anterior que o Senhor Jesus voltará, não duas vezes, mas segunda vez. Não existe base bíblica para crermos que Jesus voltará mais duas vezes; uma para arrebatar a Igreja, de forma secreta, e outra, visível, trazendo a Igreja do céu. Mas que na próxima vinda Jesus Cristo virá de forma visível, não em duas fases como alguns erroneamente afirmam, mas de uma só vez, sem pecado, para ser Rei sobre toda a Terra, conforme anunciado pelo anjo Gabriel a Maria.
Questionário:
1. Quem no passado esperava ir morar no céu?
História em revista, A era dos reis divinos, páginas 59 a 63 )
Agora sabemos pela história secular que, desde a antiguidade o homem tem o desejo de morar no céu, pois logo após o dilúvio alguns procuraram construir uma torre que os levasse ao céu. Os faraós do Egito criam que após a morte iriam morar no céu e prevenidos construíram as pirâmides como túmulos para esconderem seus objetos que após a morte seria levado para o céu. Os gregos criam que após a morte a alma saía do corpo e subia ao céu para morar com os deuses.
2. Em relação ao destino do homem após a morte, como crêem alguns judeus e de onde absorvem esta doutrina?
( Mateus 5: 5;
Até alguns dos judeus nos dias de hoje crêem que após a morte a alma sobe ao céu, mas isso absorveram das nações para as quais foram espalhados, e não da Palavra de Deus, pois os profetas de Deus e o próprio Senhor Jesus afirmaram que a herança do homem é a terra e não o céu.
3. De onde procede a crença de um arrebatamento da Igreja para ir morar no céu, junto ao trono de Deus?
( Notícias de Israel, Novembro 1997, pagina 14 )
Mas de onde procede a crença atual entre muitos cristãos, de um arrebatamento da igreja para ir morar no céu, junto ao trono de Deus? Podemos dizer que isto teve início no ano de 1830, quando uma jovem chamada Margaret Mac Donald trouxe uma profecia afirmando que ocorreria uma outra vinda de Cristo, uma vinda secreta, para raptar a igreja, e levá-la ao céu.
4. O que dizem que ocorrerá depois do suposto rapto secreto da igreja?
( Notícias de Israel, Novembro 1997, página 14 )
Quem criou a base para esta interpretação profética foi John Nelson Darby, membro de um movimento chamado " Irmãos Plymouth " que surgiu na Inglaterra, na cidade de Plymouth. Formaram a ideia de que haverá, depois do suposto rapto secreto da igreja, uma grande tribulação para os que ficarem. Esta tribulação ocorreria na metade dos sete anos do domínio do Anticristo.
5. Se a igreja ficar sete anos no céu, podemos saber o dia da volta de Cristo?
Esta teoria do rapto secreto tem muitas contradições. Vejamos algumas: dizem eles que Cristo arrebatará a igreja e depois de 7 anos voltará. Logicamente que se isso fosse verdade bastaríamos contar 7 anos e saberíamos o dia da volta de Cristo. Ora, o Senhor Jesus disse: ninguém sabe o dia.
6. Quando ocorreu a grande tribulação movida pelo anticristo?
( Enciclopédia Barsa, páginas 129 a 132;
Afirmam que o Anticristo ainda não veio, e vai causar uma grande tribulação. Perguntamos: em que profecia bíblica esta incluída a era da perseguição quando os Mártires da Igreja, que foram cerrados ao meio, queimados vivos, e outras torturas por mais de mil anos de perseguição feroz movida pelo poder religioso? Certamente estes são os que o apóstolo João viu como vindos da grande tribulação.
7. Segundo a Bíblia, o Senhor Jesus viria antes ou depois de se manifestar o Anticristo?
Dizem também que o Senhor Jesus virá arrebatar a igreja antes do aparecimento do Anticristo. Ora, se Jesus Cristo virá antes do Anticristo, então o apóstolo Paulo errou quando disse que Jesus não irá antes que se manifeste o homem do pecado ( anticristo ).
Portanto, a crença de um rapto secreto da igreja e uma futura grande tribulação não possuem base nos Escritos dos apóstolos, mas é fruto de movimentos modernos, aos quais não podemos dar crédito.
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